Policiais do Rio roubam, estupram e atiram em mulher
Na foto um dos soldados envolvidos no caso chega ao 6ª DP
Um cabo e um soldado do batalhão de Polícia Militar do Estácio, na região central da capital do Rio de Janeiro, são suspeitos de tentar extorquir, estuprar e atirar em uma mulher na noite desta sexta-feira (27).
O coronel César Taner, comandante do batalhão Estácio, informou que o suposto crime aconteceu por volta das 22h quando os PMs abordaram a mulher, uma vendedora de 21 anos, na estação de metrô do Estácio para tentar roubar dinheiro, o celular e os documentos da vítima.
Taner contou que a mulher foi colocada no banco traseiro da viatura. Em seguida, os policiais foram até o Batalhão de Choque, no Centro, trocaram de carro e levaram a vítima para um local isolado na estrada das Paineiras, Alto da Boa Vista, na zona norte da cidade. Lá, os dois militares teriam estuprado e atirado no rosto da vítima, que fingiu estar morta. Três horas depois do crime, a vendedora conseguiu pedir ajuda a um ciclista que passava pela estrada e foi levada para o hospital Lourenço Jorge, na Barra, zona oeste.
Após se recuperar dos ferimentos, a mulher foi até a delegacia da Cidade Nova, no Centro, e reconheceu os dois policiais por fotos. Após ser informado do fato, o comandante geral da Polícia Militar, Mário Sérgio de Brito Duarte, determinou a prisão administrativa dos policiais, que já foi cumprida. A polícia informou ainda que um dos suspeitos responde a processo anterior na Justiça por lesão corporal leve.
O coronel César Taner, comandante do batalhão Estácio, informou que o suposto crime aconteceu por volta das 22h quando os PMs abordaram a mulher, uma vendedora de 21 anos, na estação de metrô do Estácio para tentar roubar dinheiro, o celular e os documentos da vítima.
Taner contou que a mulher foi colocada no banco traseiro da viatura. Em seguida, os policiais foram até o Batalhão de Choque, no Centro, trocaram de carro e levaram a vítima para um local isolado na estrada das Paineiras, Alto da Boa Vista, na zona norte da cidade. Lá, os dois militares teriam estuprado e atirado no rosto da vítima, que fingiu estar morta. Três horas depois do crime, a vendedora conseguiu pedir ajuda a um ciclista que passava pela estrada e foi levada para o hospital Lourenço Jorge, na Barra, zona oeste.
Após se recuperar dos ferimentos, a mulher foi até a delegacia da Cidade Nova, no Centro, e reconheceu os dois policiais por fotos. Após ser informado do fato, o comandante geral da Polícia Militar, Mário Sérgio de Brito Duarte, determinou a prisão administrativa dos policiais, que já foi cumprida. A polícia informou ainda que um dos suspeitos responde a processo anterior na Justiça por lesão corporal leve.

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